Faz algum tempo que não coloco aqui nada, aliás, desde o ano passado, então aqui vai.
Estas fotos tirei para postar na altura do Natal, entretanto ficaram esquecidas, chegam agora em altura de carnaval, mas, mais vale tarde do que nunca.
Comprei esta fronha de flanela num mercado pelo o valor de um euro, nunca enfeito o quarto no Natal, lembrei-me então de lhe dar um toque de vermelho que é a minha cor preferida no Natal. Recortei um coração em feltro e preguei-o na fronha com um pesponto em linha vermelha e ficou feita a obra.
Aproveito para mostrar uns puxadores da Zara Home que guardei durante meses à espera que o marido os colocasse, pois era necessário fazer furos na madeira, ele preferia os antigos de ferro por isso tinha pouca vontade, mas lá se decidiu.
Aproveitei a maré e troquei também os candeeiros da mesa de cabeceira por estes bem mais práticos que comprei no Ikeia muito baratos, os anteriores dei-lhes outra utilização, coloquei ainda estas quatro molduras que decorei com tecidos, as anteriores eram duas telas, levei-as para o quarto que temos na casa de campo dos meus sogros e que também precisa de mimos.
Aqui ficou um deles, nesta secretária não existia nenhum.
A secretária está ainda em modo restauro, já visitou todas as divisões, agora estacionou no quarto.
A cadeira teve direito uma roupa nova, a de origem era lisa de cor beje e já estava meio estragada, além do fundo e costas, fiz também uma fronha e coloquei numa almofada, ficou um assento mais catita.
E foram as pequenas alterações que fiz no quarto no final do passado ano, pequenas coisas que me trazem uma lufada de ar fresco e que gosto tanto.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Observar
Neste último sábado, houve jantar de amigos cá em casa, recebi de uma das amigas este ramo, colhido no seu pequeno jardim, tem a simplicidade que adoro.
O ramo veio acompanhado de um contributo para a minha horta, uns pés de courgette, legume que muito se consome cá por casa.
Estando eu e o marido, num "dolce fare niente"de domingo à tarde, a descansar de uma manhã cultural na feira do livro, comecei a observar o que estava ao alcance dos meus olhos, claro, foi o ramo, que me despertou para tudo o resto que já cá estava.
O nosso pequenote no seu posto de vigia, adora ali estar., quando sai para o exterior, corre e joga à bola como ninguém, está sempre em forma.
Ou então, ao serão, faz retalhos deste tapete, ou de outro que coloque neste local., tem várias ocupações este senhor.
Vale a pena parar e saborear, tantas pequenas coisas que nos rodeiam, e nos transmitem paz , tranquilidade e aconchego, por vezes tendem a passar despercebidas, na correria do dia a dia.
O ramo veio acompanhado de um contributo para a minha horta, uns pés de courgette, legume que muito se consome cá por casa.
Estando eu e o marido, num "dolce fare niente"de domingo à tarde, a descansar de uma manhã cultural na feira do livro, comecei a observar o que estava ao alcance dos meus olhos, claro, foi o ramo, que me despertou para tudo o resto que já cá estava.
O nosso pequenote no seu posto de vigia, adora ali estar., quando sai para o exterior, corre e joga à bola como ninguém, está sempre em forma.
Ou então, ao serão, faz retalhos deste tapete, ou de outro que coloque neste local., tem várias ocupações este senhor.
Vale a pena parar e saborear, tantas pequenas coisas que nos rodeiam, e nos transmitem paz , tranquilidade e aconchego, por vezes tendem a passar despercebidas, na correria do dia a dia.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Retalhinhos
Apesar da Primavera já ter começado em Março, e como a chuva não nos largava, não tinha vontade de preparar nada para a receber, finalmente, esta semana , sol para dar e vender, então esta cortina feita há um mês, saiu do armário. Fui à caixa dos retalhinhos e fui costurando em tiras, pedaços de várias larguras, depois costurei as tiras umas ás outras, saiu isto.
As cadeiras que aqui vêm, estão em espera, A comadre apanhou-as no lixo, meteu-as no carro e deu-mas, teve penas de as deixar lá, cheiravam horrivelmente, aquele cheiro a mofo dos móveis velhos, fechados muito tempo, ninguém conseguia estar ao pé delas, nem sei como as conseguiu transportar no carro, há um mês que estão na rua, já apanharam sol e chuva, já foram lixadas, e já lhes tirámos os estofos, agora menos, mas ainda cheiram, hão-de ser lavadas, pintadas e espero que o marido me ajude a fazer um fundo.
Aproveitei e pendurei este cabide, pertencia à mãe de uma amiga, a senhora faleceu e desfizeram -se de grande parte do recheio da casa, não fiz qualquer reciclagem, está como mo entregaram.
Este prato acompanhou o cabide.
O móvel branco, é um móvel de parede que foi retirado da minha cozinha, por enquanto está ali...
Por aqui nada se perde, tudo se reutiliza, se troca ou se doa.
As cadeiras que aqui vêm, estão em espera, A comadre apanhou-as no lixo, meteu-as no carro e deu-mas, teve penas de as deixar lá, cheiravam horrivelmente, aquele cheiro a mofo dos móveis velhos, fechados muito tempo, ninguém conseguia estar ao pé delas, nem sei como as conseguiu transportar no carro, há um mês que estão na rua, já apanharam sol e chuva, já foram lixadas, e já lhes tirámos os estofos, agora menos, mas ainda cheiram, hão-de ser lavadas, pintadas e espero que o marido me ajude a fazer um fundo.
Aproveitei e pendurei este cabide, pertencia à mãe de uma amiga, a senhora faleceu e desfizeram -se de grande parte do recheio da casa, não fiz qualquer reciclagem, está como mo entregaram.
Este prato acompanhou o cabide.
O móvel branco, é um móvel de parede que foi retirado da minha cozinha, por enquanto está ali...
Por aqui nada se perde, tudo se reutiliza, se troca ou se doa.
domingo, 20 de setembro de 2015
Pinturas
Tenho sempre em lista de espera algumas peças que esperam um novo visual ou uma outra utilidade. As que aqui mostro hoje, andavam por aqui há muito tempo.
Este banquinho, trouxemos da terra do meu marido, pertencia a uma tia, não é antigo, encontram-se à venda em muitas feiras, mas gostei dele, veio substituir um pequeno pouf que doei.
Com tinha ainda tinta azul, que tinha preparado para a última bricolage, foi mesmo com ela que o pintei, não mostro aqui, mas primeiro lixei e apliquei primário, como faço sempre. E pronto, ficou um pouco mais animado o simples banco.
Esta tábua, fazia parte de um cabide, também muito simples, que já não servia, como se vê pelos furos da parte de trás, na parte da frente, tapei os furos com massa de madeira e depois de seca, lixei, antes de pintar, as letras já as tinha há uns dois anos, comprei-as com uma ideia para elas, mas acabei por nunca a concretizar, nem sei porquê, de repente decidi utilizá-las desta maneira.
As letras, deixei ficar em branco. e a madeira pintei com a tinta azul.
A embalagem das letras, trazia dentro estes pequenos autocolantes com cola dois dois lados, que utilizei em cada letra.
Apliquei-as na madeira, que era mesmo à medida.
E aqui estão elas, por cima da lareira, mais tarde, talvez as reutilize de outra forma, por agora gosto muito de as ver assim. Duas bricolices muito fáceis, e sabe tão bem alterar algo em casa de vez em quando.
Este banquinho, trouxemos da terra do meu marido, pertencia a uma tia, não é antigo, encontram-se à venda em muitas feiras, mas gostei dele, veio substituir um pequeno pouf que doei.
Com tinha ainda tinta azul, que tinha preparado para a última bricolage, foi mesmo com ela que o pintei, não mostro aqui, mas primeiro lixei e apliquei primário, como faço sempre. E pronto, ficou um pouco mais animado o simples banco.
Esta tábua, fazia parte de um cabide, também muito simples, que já não servia, como se vê pelos furos da parte de trás, na parte da frente, tapei os furos com massa de madeira e depois de seca, lixei, antes de pintar, as letras já as tinha há uns dois anos, comprei-as com uma ideia para elas, mas acabei por nunca a concretizar, nem sei porquê, de repente decidi utilizá-las desta maneira.
As letras, deixei ficar em branco. e a madeira pintei com a tinta azul.
A embalagem das letras, trazia dentro estes pequenos autocolantes com cola dois dois lados, que utilizei em cada letra.
Apliquei-as na madeira, que era mesmo à medida.
E aqui estão elas, por cima da lareira, mais tarde, talvez as reutilize de outra forma, por agora gosto muito de as ver assim. Duas bricolices muito fáceis, e sabe tão bem alterar algo em casa de vez em quando.
sábado, 30 de maio de 2015
Quarto
Quando fotografei as cortinas para a última postagem, aproveitei e decidi partilhar mais umas coisitas do quarto.
Tenho esta fronha de renda, feita à mão com linha fina, deve ter mais de oitenta anos, era da minha mãe, que sempre a teve guardada.
Há uns tempos, decidi que merecia estar à vista, estava em excelente estado, mas amarelada, lavei-a mas não ficou boa, então as mãos de uma amiga, trataram dela, usou o antigo método de corar ao sol, e resultou, ficou como nova, tão branquinha . Fiquei contente com o resultado, mais uma peça que saiu do armário, ao fim de tantos anos.
Aproveito para salientar, que as duas telas que estão por cima da cama, foram feitas há dez anos, por uma amiga, na altura colega de trabalho. Já viajaram por outras paredes, como acontece com outras peças aqui em casa, agora estão por cima da cama, tinha esta parede vazia, não sei porquê mas acabo por me fartar de tudo o que lá coloco.
Estes individuais, comprei-os nos saldos da Zara Home, com o propósito de os usar nas mesas de cabeceira, e aí estão.
Aqui deixo mais algumas das minhas escolhas para a casinha.
Tenho esta fronha de renda, feita à mão com linha fina, deve ter mais de oitenta anos, era da minha mãe, que sempre a teve guardada.
Há uns tempos, decidi que merecia estar à vista, estava em excelente estado, mas amarelada, lavei-a mas não ficou boa, então as mãos de uma amiga, trataram dela, usou o antigo método de corar ao sol, e resultou, ficou como nova, tão branquinha . Fiquei contente com o resultado, mais uma peça que saiu do armário, ao fim de tantos anos.
Aproveito para salientar, que as duas telas que estão por cima da cama, foram feitas há dez anos, por uma amiga, na altura colega de trabalho. Já viajaram por outras paredes, como acontece com outras peças aqui em casa, agora estão por cima da cama, tinha esta parede vazia, não sei porquê mas acabo por me fartar de tudo o que lá coloco.
Estes individuais, comprei-os nos saldos da Zara Home, com o propósito de os usar nas mesas de cabeceira, e aí estão.
Aqui deixo mais algumas das minhas escolhas para a casinha.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Bricolar
De vez em quando, há que por as mãos na tinta. Tinha esta prateleira, há mais de um ano, à espera de uma recuperação, comprei-a numa loja Remar por 5 €. Depois de convencer o homem da casinha a retirar-lhe as ferragens ferrugentas e a fazer as furações necessárias para depois ser pregada na parede, tratei dela. Primeiro lixei-a, depois apliquei o primário universal e deixei secar.
No dia seguinte, tratei da cor, tenho sempre tinta branca acrílica e pequenos frascos ou bisnagas de tinta acrílica de cores, sobras que vou guardando, misturo um pouco de cor numa parte de branco, até ficar no tom pretendido.
Aproveitei e fiz a mesma operação em molduras que tinha cá em casa e já sem uso. Não consegui tirar fotos das várias fases, como se vê nas imagens, sou muito trapalhona com as tintas, entretanto, já havia mais peças pintadas do que aquelas que queria. A técnica usada foi,"à minha maneira".
Emoldurei uma pega antiga, feita por uma tia com restos de fios, ganhou novo lugar um pato de madeira que me foi oferecido há anos.
Pintei também, tampo e puxador do carrinho onde coloco a fruta, e ainda houve lugar para a entrada de uma "nova" cozinha adquirida no olx, para uma cozinheira de 21 meses que visita muito esta casinha. Resultado, fiquei com uma cozinha bem mais colorida
Um trabalho, de amadora, com muitas imperfeições.
Mas, deixou mais alegre este cantinho da minha cozinha.
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